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quarta-feira, 24 de maio de 2017

PRESENTE UMA TAXIDERMIA PELE JARARACA E CASCAVEL NA VERGA DE UM BERIMBAU .

Presente de niver uma taxidermia de pele de uma jararaca e uma cascavel na verga de um berimbau .
Feita pelo Dr veterinário , Theo , não sei se é unico , mais a forma ,afeto e estima , fazer um trabalho artesanal , deixado pelo falecido taxidermista Nelson Dreux , Museu de Pesca de Santos , um grande amigo que deixou conhecimento de um talento não reconhecido ,pelo Estado de São Paulo e pela administração do Museu .
A semente germina e cresce , torna arvore com bons frutos , isso é o que importa na vida , somar conhecimentos , ser um taxidermista , fazer um cadaver , exposição para estudos , pesquisas , etc .
Os indios já utilisavam , cinzas , sal , para fazer seus artefatos , cocares , utensilios , caça e pesça .
Desde o tempo dos Faraós , no uso mumificação de corpos e animais sagrados .

Esta serpente foi capturada após atacar um cão Pastor Alemão , já estava morta e foi levada para estudos e pesquisas em uma faculdade em Cascavel .
Depois foi de estudos e pesquisas foi doada para o formado Dr.Theo .
Conta que o cão teve seu focinho atacado e necrosado .


Como ler uma caixa taxonómicaBothrops
Bothrops alternatus

Bothrops alternatus
Classificação científica
Reino:Animalia
Filo:Chordata
Classe:Reptilia
Ordem:Squamata
Subordem:Serpentes
Família:Viperidae
Subfamília:Crotalinae
Género:Bothrops
Wagler, 1824
Espécies
Ver texto.
Sinónimos
  • Bothriopsis Peters, 1861
  • Bothropoides Fenwick, Gutberlet, Evans & Parkinson, 2009
  • Rhinocerophis Garman, 1881
Bothrops é um gênero de serpentes da família Viperidae. Popularmente, as espécies são denominadas de jararacascotiaras e urutus. São serpentes peçonhentas, encontradas nas Américas Central e do Sul, sendo importantes causadoras de acidentes com animais peçonhentos no Brasil e nos outros países onde se distribuem, com altas taxas de morbidade e mortalidade.[1] As diferentes espécies apresentam grande variabilidade, principalmente nos padrões de coloração e tamanho, ação da peçonha, dentre outras características. Atualmente, 47 espécies são reconhecidas, mas é consenso dentre os pesquisadores que a taxonomia e sistemática deste grupo está mal resolvida, de modo que novas espécies têm sido descritas e algumas sinonimizadas.[2][3]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Jararaca" origina-se do termo tupi yara'raka[4].

Descrição[editar | editar código-fonte]

Essas serpentes apresentam grande variação em tamanho, as menores espécies não ultrapassando setenta centímetros e as maiores atingindo cerca de dois metros de comprimento.[2]
O arranjo das escamas no topo da cabeça é extremamente variável; o número de escamas interorbitais pode variar de três a catorze. Usualmente, estão presentes entre sete e nove escamas supralabiais e entre nove e onze sublabiais. Existem entre 21-29 escamas dorsais, 139-240 ventrais e 30-86 subcaudais, que são, geralmente, divididas. Variações nos números de escamas dentro da mesma espécie são muito frequentes.[2]

Distribuição geográfica[editar | editar código-fonte]

As espécies desse gênero são encontradas do nordeste do México à Argentina. Ocorrem nas ilhas de Santa Lúcia e Martinica nas Antilhas, assim como nas pequenas ilhas da Queimada GrandeAlcatrazes e Vitória, no litoral do estado de São Paulo, no Brasil.

Comportamento[editar | editar código-fonte]

A maioria das espécies é noturna, embora haja algumas diuturnas nas altas altitudes. A maior parte das espécies é terrestre, mas não é incomum encontrar algumas espécies em arbustos e árvores pequenas, especialmente os indivíduos mais jovens. Uma espécies em particular, a Bothrops insularis, a jararaca-ilhoa da Ilha da Queimada Grande, parece ser frequentemente encontradas em árvores a maior parte do tempo.

Peçonha e epidemiologia dos acidentes ofídicos[editar | editar código-fonte]

As espécies deste gênero são as maiores responsáveis por acidentes ofídicos nas Américas, assim como por mortalidade. Quanto a isto, as espécies mais importantes são B. asper (Peru, Colômbia e Venezuela), B. atrox (Amazônia Brasileira) e B. jararaca (centro-sul do Brasil). Sem tratamento, a taxa de mortalidade é estimada em sete por cento, mas, com uso de soro antiofídico e tratamentos de suporte, esta taxa é reduzida para entre 0,5 e três por cento. O veneno deste gênero apresenta forma ação proteolítica, tipicamente provocando necrose e inchaço que pode comprometer o membro atingido, tontura, náusea, vômitos entre outros sintomas. Em geral, a morte resulta da hipotensão provocada pela hipovolemia, falência renal e hemorragia intracraniana. Complicações frequentes incluem comprometimento do membro e falência renal. A partir de estudos do farmacologista brasileiro Sérgio Henrique Ferreira, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, com o veneno da Bothrops jararaca, foi desenvolvido o Captopril, um dos medicamentos mais utilizados para tratamento de hipertensão.

Nomenclatura e taxonomia[editar | editar código-fonte]

O gênero foi descrito por Johann Georg Wagler em 1834.[5]
Estudos moleculares da década de 2000 demonstraram que o gênero Bothrops no sentido tradicional era parafilético, sendo subdividido em até cinco gêneros distintos: BothropsBothriopsisBothrocophiasBothropoides e Rhinocerophis.[6][7] Em 2010, um estudo rejeitou o uso de Rhinocerophis por falta de caracteres morfológicos exclusivos.[8] Em 2012, um novo estudo molecular mais abrangente demonstrou que o Bothrops sensu stricto continuava sendo parafilético e retificou o arranjo taxonômico mantendo o gênero Bothrocophias como distinto, e sinonimizando RhinocerophisBothriopsis e Bothropoides com Bothrops

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