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domingo, 31 de maio de 2015

A HISTÓRIA DE UMA RAINHA CATARINA DE HOWARD DEU ORIGEM AO SEU NOME , CATARINA UM FELIZ ANIVERSÁRIO DE 04 ANINHOS DIA 31.05.2015 .

A história de uma rainha um dia antes de voce ,nascer sua avó Sonia foi chamada para ser auxiliar do amor .
Hoje ela interviu para que eu não deixa-se de ir na sua festa de quatro aninhos .
Lembrei de tudo que aconteceu ,somos ligados aos entes queridos por elos de amor .
Estes elos não se rompem ,hoje foi um dia muito especial para mim ,mais especial que ontem de surfar ao anoitecer com aurora boreal do sol na praia de Pernambuco.
Hoje fui movido pelo amor ,dar de comer a quem pede ,dividir ao próximo o pouco que temos é muito nobre .
Lembrei tambem a história da origem do seu nome em homenagem a uma rainha , Catarina de Howard .
Que Jesus te abençõe e que o amor te livre de todo o mal e a luz iluminem teus caminhos de muitas felicidades.
Na sua festa com o tema FROZEN sobre a Rainha do gelo ,voce era uma pequena princesa ,que será uma verdadeira Rainha do Amor ensinado por Jesus a todos os seres deste Planeta Azul chamado Terra .
Feliz niver .
Catarina Howard
Rainha Consorte da Inglaterra
Reinado28 de julho de 1540
23 de novembro de 1541
PredecessoraAna de Cleves
SucessoraCatarina Parr
MaridoHenrique VIII de Inglaterra
CasaTudor (por casamento)
PaiEdmundo Howard
MãeJoyce Culpeper
Nascimentoc. 1523
LondresInglaterra
Morte13 de fevereiro de 1542 (19 anos)
LondresInglaterra
EnterroCapela Real de São Pedro ad VinculaLondresInglaterra
Assinatura
Catarina Howard (Londresc. 1523 – Londres, 13 de Fevereiro de 1542) foi a quinta esposa do rei Henrique VIII e Rainha Consorte do Reino da Inglaterra de 1540 até seu casamento ser anulado no ano seguinte sob acusações de adultério.

Vida[editar | editar código-fonte]

Catarina era filha de Edmundo Howard e de Joyce Culpepper. Era também sobrinha de Thomas Howard, Duque de Norfolk e prima de Ana Bolena. Durante a sua infância, o pai foi o governador de Calais e Catarina cresceu na casa de sua avó, a Duquesa de Norfolk, que não lhe deu a atenção necessária, permitindo que ela desenvolvesse algumas relações amorosas. Em 1539, Catarina tornou-se aia de Ana de Cleves, futura rainha consorte de Henrique VIII. O rei, no entanto, encantou-se por ela e não pela mulher, o que precipitou o divórcio. A 28 de Julho de 1540 celebrou-se o casamento e Catarina tornou-se rainha de Inglaterra.
Apesar da paixão que o rei lhe tinha e dos presentes luxuosos com que a cobria, Catarina não encontrou felicidade no casamento e tomou como favorito Thomas Culpepper, um cortesão. A verdadeira natureza desta relação continua por ser esclarecida, mas o certo é que ambos trocaram correspondência considerada incriminatória. Enquanto rainha, Catarina chamou à corte alguns dos seus antigos amigos, nomeadamente Francisco Dereham, que tinha alegadamente sido seu amante em Norfolk e que se tornou no seu secretário particular. As companhias da rainha e o seu passado começaram a levantar suspeitas em 1541. De início, Henrique VIII recusou-se a acreditar nas evidências, mas quando as cartas de Culpeper e Catarina apareceram mandou colocá-la sob prisão na Abadia de Middlesex. Catarina perdeu o título de rainha e foi repudiada. Em Dezembro, Culpeper e Dereham foram executados. Em Janeiro de 1542, Catarina começou a ser julgada por adultério, o que numa rainha era equivalente a traição. Considerada culpada, Catarina foi executada na Torre de Londres a 13 de Fevereiro de 1542 (25 anos). Diz-se que passou os últimos dias a ensaiar a sua execução.
Os historiadores da dinastia Tudor continuam a debater se Catarina foi ou não culpada de adultério, ou se foi incriminada pelos inimigos da sua família. Todos concordam que de qualquer forma, Catarina foi uma mulher fútil.

O Fantasma de Hampton Court[editar | editar código-fonte]

Em 1541, Catarina foi acusada de adultério e posta sob prisão domiciliar no Palácio de Hampton Court. Segundo dizem, ela conseguiu escapar dos guardas e correu pela galeria para implorar perdão e misericórdia a seu esposo. Ela esmurrou as portas da capela, gritando o nome de Henrique, até que os guardas a capturaram e levaram-na de volta para seus aposentos. Posteriormente, ela foi executada na Torre de Londres. De acordo com uma lenda popular, o fantasma de Catarina agora assombra a galeria por onde tentara fugir e muitos[quem?] afirmam tê-la ouvido chamar por Henrique.

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