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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

DIA 18.01.2017 LEMBREI O ECLESIASTES .

Lembrei o Eclesiastes . Que me dirá esse tesouro de sabedoria .
"Todas as coisas tem seu tempo , e todas elas passam debaixo do céu segundo o termo que a cada um foi prescrito.
"Á tempo de nascer e morrer .
"Á tempo de plantar e tempo de colher .
"Á tempo enfermar e tempo de sarar .
"Á tempo de chorar e tempo de rir .
"Á tempo de destruir e tempo de edificar .
"Á tempo de afligir e tempo de se alegrar .
"Á tempo de espalhar pedras e tempo de as ajuntar .
"Á tempo de guerra e tempo de paz ."
"Assim fala o Eclesiastes. A cada coisa um tempo :eis tudo qual será o tempo desta coisa . Qual será
o tempo daquela . Qual é a duvida , tal é a incertesa .
"Destruo agora quando edificarei . Aflijo-me quando ei de me alegrar . Semeio quando ei de colher .
Virá o tempo para isso . Quando . Não sei . A certesa e uma a certesa do presente , a dá destruição , a da aflição , a da plantação . O resto - mistério e abismo .
"Não entre tantas incertesas , entre tantas ilusões , uma certesa á de vir , fatalmente ,imperiosamente
o tempo de morrer . Nasci morrerei . O , ciência humana ! Entre a destruição e a edificação , entre a tristesa e a alegria , entre o semear e o colher , à o tempo que não é de uma nem de outra coisa , o tempo absoluto , o tempo que marca a todas as horas uma vida e uma morte , um vagido e uma agonia ; o tempo do fim , infalivel , fatal.

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